Conto : O RECEBIMENTO DE KARA ( parte 05 )

Continuação do conto O Recebimento de Kara, em sua quinta parte.conto O Recebimento de Kara

 

 

Partes anteriores : Parte 1 , Parte 2, Parte 3 e Parte 4.

 

 


 

O curto dialogo na entrada trouxe para Decker uma certeza, há algum centro de segurança na empresa e confirmou o que ele já imaginava, existe algum monitoramento interno. O acontecimento com os agentes lhe deixou em duvida até que ponto Kara não é um risco. Aparentemente ela está igual ao que era, mas a cada momento as estranhas mudanças estão ficando mais frequentes e uma sensação de desconforto está tomando conta dele. Ele decidiu que agora não tinha mais como voltar atrás com o plano, mas que iria pensar em algo enquanto estivesse dentro da empresa. Dependendo da necessidade, talvez ele tenha que dispensar Kara de alguma forma.

- Ande androide! - Ele a empurrou com a arma.

Kara fez uma expressão chateada. Andando com a cabeça baixa.

- Acho que você está gostando disso... - Resmungou.

Ele forçou para não abrir um sorriso.

Estavam dentro de um salão grande, as paredes eram todas cobertas por holografias demonstrando diversos androides fabricados pela empresa. Enfileirados nos lados haviam displays contendo o modelo dentro do mesmo. No centro do salão tinha um disco metálico no chão. Eles pararam olhando para as imagens. Estavam em exposição os diversos modelos de androides domésticos, algum deles Decker lembrava que não estavam mais sendo comercializados. Ele olhou os displays contendo os androides. A porta fechou e o holograma daquela parede a cobriu como se não houvesse abertura alguma naquele local. Definitivamente aquele espaço, alem de entrada também era utilizado como showroom dos produtos da empresa.

Ao aproximarem-se do centro, surgiu um holograma tridimensional com forma humana. Era um homem vestindo roupa branca cobrindo todo o corpo, exceto a cabeça. Seus cabelos e seus olhos eram completamente prateados.

- Bem vindos a Quantic Dreams. Como os senhores podem testemunhar, aqui temos nossas linhas de androides domésticos em exposição. Nossa empresa é líder de mercado na produção e comercialização de androides para todas as necessidades de nossos clientes, com preços melhores do que os da nossa concorrência. Temos vários produtos para pronta entrega. Se o cliente tiver interesse em adquirir algum dos nossos produtos podemos entregá-los em qualquer lugar da cidade, também trabalhamos com diversas linhas de credito e de financiamento. - Ele virou o rosto na direção de Kara. - Vejo que já possui um modelo AX400, temos uma politica de reembolso se é o que deseja, também temos um setor especializado em manutenção ou em redefinição de androides das nossas linhas de produtos. Se o desejo do cliente for remodelagem ou substituição da Inteligencia Virtual, temos uma linha de varias personalidades possíveis conforme as preferencias de nossos clientes.

Decker aproximou-se do holograma puxando Kara pela corrente, apesar das reclamações dela.

- Estou interessado nas Inteligencias Virtuais. Elas podem ser implantadas em qualquer modelo?

- Temos uma linha adequada para cada modelo. Quer substituir a deste modelo?

- Gostaria de saber se a I.V. deste modelo é padrão.

- A Inteligencia Virtual de cada modelo pode ser escolhida pelo cliente no momento da compra.

- Eu estou procurando uma Inteligencia Virtual chamada LaBelle.

Houve uma pausa e os olhos do holograma mudaram de cor por um segundo, retornando para o prateado inicial.

- Sinto muito senhor, não há registro desta Inteligencia Virtual em nosso portfólio de produtos. Posso lhe mostrar outras opções?

- Não, obrigado.

Na parede do fundo, saiu um homem vestido com um uniforme cinza com o logo da Quantic Dreams.

- Vendor 01, código 04.

- Código 04 executado. - Respondeu o holograma, desaparecendo logo em seguida.

- Vejo que está com o androide. - Ele olhou para Kara com empolgação. - Mas você não parece com um samurai punk... - Olhou para o jóquei de cima a baixo.

Decker nada disse, apenas ficou parado. O homem não tinha um físico que indicasse trabalhos manuais. Tinha um neurodeck visível. Devia ser o tal workaholic de laboratório que o segurança falou.

- O pedido foi feito, o pacote está entregue. - Falou com voz fria.

- É verdade. Estou vendo que o androide está inteiro, ótimo. Trato é trato. Não me importa quem o trouxe. Aqui está o pagamento conforme prometido.

Ele jogou um cubo de crédito, que Decker pegou no ar. Ele fez um acesso com o dermatrodo e transferiu o valor, devolvendo o cubo.

- Está tudo ok. - Decker ameaçou um sorriso pelos créditos que acabara de receber sem dificuldade, mas decidiu rapidamente manter a fachada seria. - Os produtos de sua empresa parecem interessantes...

- Interessado em algum dos nossos produtos? - Ele não tirava os olhos de Kara.

- Tem como verificar na Matrix?

- Claro. Pode acessar aqui mesmo se lhe interessa. Eu vou levar o androide para o laboratório. Depois que terminar a sua procura, pode fazer a encomenda que quiser na Matrix mesmo. Temos decks nos displays.

Decker pegou na corrente e empurrou Kara em direção ao homem.

- Pode levar. - falou Decker.

O homem a pegou pelo braço e levou-a em direção a parede com os hologramas. Kara não mostrou resistência e caminhou junto ao mesmo. O homem estava tão distraído que não notou que Decker havia liberado a trava do que prendia a corrente no momento em que empurrou Kara, apesar de ter deixado o dispositivo na corrente. Ele esperou que os dois desaparecessem atravessando o holograma. Escolheu um dos displays e conectou o dermatrodo. Seus dedos deslizaram pelo teclado e o acesso fora iniciado.

Na Matrix, um ser de manto apareceu dentro de um ambiente que mais parecia com um campo gramado infinito, o céu azul era completamente sem nuvens e um Sol brilhava iluminando todo o local. Uma mulher que é a representação do androide do display estava parada no meio do gramado. O vento balançava os seus cabelos e o vestido branco que ela estava usando. O que era uma certa ironia, considerando que o androide no display não tinha roupas. Ela virou o rosto na direção dele e abriu um sorriso, vindo correndo na sua direção.

- Você veio, mestre! Como foi seu dia? Está com fome? Eu posso fazer algo para comer.

Ela parecia realmente contente. Os olhos azuis brilhavam refletindo a luz, ela passava os dedos pelos cabelos, retirando os mesmos de frente do rosto, sempre mantendo o sorriso.

- Desculpa querida, mas você não tem nada do que eu estou procurando.

O sorriso desapareceu. Ela parecia triste.

- Foi algo que eu fiz mestre?

Os dedos iniciaram linhas de códigos e acessaram o programa. O ambiente começou a mudar, o céu e o gramado foram esfarelando, desaparecendo em segundos. A inteligencia virtual do androide desapareceu junto. O ambiente agora era uma sala de paredes completamente brancas, com uma única porta. Esta era uma porta de metal lisa com varias barras e trancas alinhadas. O ser de manto parou frente a porta, um livro surgiu e abriu virando algumas páginas, uma luva tocou uma página.

Uma das fechaduras correu e a trava abriu, porem todas as outras travas mudaram e a porta permaneceu fechada.

Decker sorriu e teclou rapidamente novos códigos, acionando um programa criado por Mistress. Apareceram múltiplas luvas e todas elas pararam posicionadas frente as travas. Cada uma fora girando uma trava em determinada sequência, acelerando os movimentos em uma velocidade praticamente impossível de se acompanhar, até que um som de estalo forte surgiu e a porta abriu. Ao passar pela abertura a sala desapareceu e o avatar de manto agora estava no emaranhado de rotas da rede interna da Quantic Dreams. A primeira escolha fora acessar a rede de vigilância. Fora atingindo os nós e mudando de direção até chegar no cubo da central vigilância. Tentou um acesso e o cubo abriu. Em sua volta fora montando um ambiente com múltiplos monitores ocupando todo o redor. No centro do ambiente, um cilindro com múltiplas divisões e diversos braços. As seções giravam em movimentos rápidos alinhando os braços com os diversos monitores, a cada alinhamento os monitores eram tocados, um brilho na tela e no braço ocorria e as divisões giravam novamente realinhando os braços em outros monitores.

Decker viu a sua própria imagem na sala de exposições conectado ao deck do display do androide, enquanto procurava localizar Kara em algum outro lugar na empresa, fora quando encontrou o monitor que mostrava a imagem dela sendo conduzida por um corredor em direção a um elevador. Ambos entraram no mesmo e a porta fechou. Decker teve que procurar se havia uma imagem especifica de dentro do elevador, localizando-a em outra tela. Nesta, ambos estavam parados, com Kara mantendo a expressão neutra, enquanto o homem parecia radiante com a possibilidade de desmontar Kara.

O elevador parou e a porta deslizou. Após saírem, novamente Decker teve que procurar uma outra imagem que mostrasse aonde ambos estavam. Levou alguns segundos até localizá-los e ele pode ver que estavam em uma passagem lateral a uma parede de vidro, através deste era possível visualizar varias áreas separadas por setores aonde estavam localizadas bases redondas brancas. Decker reconheceu, como as plataformas de montagem, assim como havia visto nas imagens gravadas de Jason Maitner. Pelo vidro, via-se que na parte superior de cada plataforma havia uma sala com consoles, indicando a sala de controle. Nas laterais das plataformas, esteiras conduziam para uma provável área de embarque de material.

Era hora de falar com Kara, pensou Decker.

“ - Kara, estou te vendo pela Matrix. Continue andando. Vou bloquear as imagens. Quando chegar o momento, eu lhe digo.” - As letras surgiram a frente da visão de Kara.

Ela manteve o ritmo, indo em direção a porta da sala de controle de uma das plataformas de montagem. O homem seguia ao seu lado lhe conduzindo pelo braço. Ambos pararam e ele acionou a porta usando uma credencial de acesso. Neste momento Decker estava entrando com códigos de loops nas câmeras, elas iriam repetir a imagem dos últimos minutos indefinidamente para a sala de segurança. Para que Decker continuasse a ver, as imagens reais seriam redirecionadas para uma tela gerada internamente neste ponto da Matrix.

O homem parou Kara na frente do console e digitou uma sequencia de comandos, as luzes na plataforma abaixo acenderam e diversos braços brancos da linha de montagem iniciaram movimento.

- Você é maravilhosa. - Falou sem olhar na direção dela.

- Você acha?

Ele olhou para ela.

- Claro! É uma falta de inteligencia ter que te desmontar. Nós devíamos estudar você e não te destruir. Jason tinha razão em deixar que fosse, nós daqui dos laboratórios só percebemos que ele estava certo depois que era tarde e a ordem de recall havia sido dada. Aqueles burocratas não sabem de nada, só vem créditos e querem manter as aparências. Nós que sabemos o real valor que não é contabilizado por créditos.

- E por que vai fazer então?

- Ordens são ordens, alem disso, nós ficamos sabendo o que aconteceu com Jason... - Ele demonstrou tristeza. - Não tenho escolha... - Voltou a entrar com comandos no console. Depois ele plugou os dermatrodos no deck do mesmo. - Vamos lhe remontar depois e você será reenviada para a venda.

O funcionário apertou mais alguns botões, mas levou a mão a cabeça e foi caindo sentado na cadeira em frente ao console, quando o corpo dele caiu para frente e ele não se moveu. Kara ficou aturdida por um momento e chamou por ele algumas vezes, mas ele não respondeu.

“ - Kara, pode se soltar. Agora que vamos agir de verdade.”

O dispositivo fez um som de beep e as correntes folgaram, caindo no chão e liberando os braços da androide.

- Decker, você o matou?

“ - Não, só foi um ataque no neurodeck dele, vai deixá-lo incapacitado por um momento. Prenda-o com as correntes e com a trava, assim ele não atrapalha.”

Ela prendeu os braços dele com as correntes e colocou a trava nas mesmas.

- Decker, está me vendo?

- Acima do seu lado esquerdo.”

Ela olhou para o lado e viu acima a câmera. Levantou a mão esquerda com os dedos formando um V e sorriu.

“- Você tem que achar a sala da main. Vou lhe guiar, mas não vou poder vê-la pelas câmeras. Quando chegar na sala, terá que acessar o interior dela. Provavelmente deve ser uma sala-cofre. Pegue as credenciais dele e veja se consegue abrir a porta. Depois coloque o neuro-player conectado que eu continuo.”

- Certo.

Ela pegou a credencial do homem e saiu da sala. Decker ficou transmitindo as direções em texto e Kara estava recebendo-os no seu campo de visão. Ela foi até o elevador e quando entrou no mesmo, ela viu a indicação dos níveis: Exposições, escritórios, depósito, transportes, laboratórios e design e um nível indicado como setor restrito. Decker indicou que ela deveria seguir para o setor restrito, como era de se esperar. Por mais que ela apertasse o botão, o elevador não respondeu. Quando usou a credencial, o botão acendeu e o elevador começou a mover-se, parando minutos depois.

A porta deslizou revelando uma área cheia de dispositivos de testes e simuladores, Kara passou por entre os mesmos, desviando de diversas partes de androides, armas convencionais de todos os tipos e armas desconhecidas. Varias divisões continham pequenos consoles com dispositivos de controle. Algumas salas ao redor com divisórias de vidro reforçado, continham instrumental de medição. Segundo a indicação de Decker, ela passou por mais uma porta lateral, pois a main ficava no final desta outra sala.

Kara deparou-se com um depósito, com diversas partes de androides distribuídas em recipientes ou penduradas em ganchos. Ela foi passando entre o material até próximo da pesada porta da sala-cofre. Ao lado estava um deck de acesso. Ela colocou o dermatrodo do neuro-player conforme Decker havia falado e esperou. Fora quando percebeu um pequeno brilho esverdeado vindo do depósito e um punho fechado passou do seu lado, quando ela desviou a cabeça.

Decker percorreu as linhas prateadas do emaranhado da intranet da Quantic Dreams, enviando os dados para o neuro-player quando chegou a frente ao bloco de acesso do main da empresa. Fora neste momento que ao tentar acessar o bloco o ambiente ao seu redor mudou. Seu avatar agora estava sobre um terreno lamacento, imerso em uma escuridão angustiante. Um ICE se formou a sua frente, na forma de um dragão. Decker enviou o programa de destruição: A luva tocou o livro aberto e um raio saiu atingindo o dragão, fazendo-o começar a desintegrar.

Fora neste momento em que o dragão começou a se reconstruir e agora mais quatro outros pescoços surgiram.

O pior pesadelo de um jóquei apareceu na frente do ser de manto: Um ICE hidra.

Dedos deslizaram rapidamente pelas teclas, quando cinco bocas abriram-se e cinco raios foram disparados. As mãos abriram a frente do ser de manto e vários escudos surgiram, sendo destruídos instantaneamente. Raios saíam do livro a cada toque da luva e destruíam uma das cabeças, mas ela rapidamente se reconstruía. Por mais rápidos que fossem os ataques, as cabeças se recompunham antes que conseguissem destruir todas. Os contra-ataques vinham de varias direções, novos escudos eram dizimados e o avatar de manto começou a tomar o resquício de alguns dos ataques.

O corpo de Decker balançou com as ondas de choque em seu neurodeck. Sangue começou a escorrer pelo seu nariz. Por mais que tentasse impedir os ataques, a velocidade não era suficiente. E mais choques eram recebidos. Estava esgotando-se e estava preparando-se para desistir e tentar fugir da intranet antes que fosse tarde, quando uma mensagem apareceu na frente do seu avatar:

Deck-hack uploading completo.”

Era tudo o que precisava.

O ser de manto desapareceu quando a hidra mandou um novo ataque feroz que atingiu o vazio.

Momentos depois, na sala-cofre a trava de uma porta abriu-se.

Na intranet da Quantic Dreams, em um ambiente formado por um terreno circular flutuando dentro de um vazio azul claro parecendo um céu límpido, um ser de manto apareceu.

O terreno parecia ser formado por mármore e tinham varias esferas de energia flutuando por sobre o mesmo. De lá via-se outros terrenos parecidos flutuando a distancia, acima ou abaixo. No centro do terreno, tinham formas circulares que iam aumentando de altura e diminuindo de raio, até uma plataforma aonde estava o avatar, que tremulava e estava com sua cor esvanecendo.

Decker estava de joelhos apoiado sobre o display, tentando reter o sangue que descia pelo seu nariz. Respirava fundo pela boca e sentia-se esgotado. Ele sentou do lado do display. E colocou o teclado sobre as pernas. Sua cabeça latejava e sua concentração estava abalada. Conseguiu sobreviver ainda lucido de um ataque de um dos piores ICEs existentes. Esperava que houvesse alguma proteção forte, mas não esperava que fosse tão reforçada assim em uma rede intranet. Precisava voltar o mais rápido possível. Neste momento, Kara estaria voltando e era a hora de tomar uma decisão.

Aguardou alguns poucos minutos.

Ele fez uma busca de dados nas esferas, que representavam blocos de memoria, não achou nenhuma referencia a Kara nos arquivos. O ser de manto desapareceu de um dos terrenos e apareceu em outro, as luvas abriram e as esferas flutuantes foram puxadas na sua direção. Uma nova busca fora realizada. Todas as referencias encontradas sobre a existência de Kara foram destruídas ou alteradas para indicar que Kara havia sido desmontada e reenviada ao comprador. Repetiu todo o processo diversas vezes até a ultima aparição e a ultima busca.

Ele parou para admirar aquele ambiente pela ultima vez, quando um vulto apareceu. Decker viu na frente de seu avatar que uma forma feminina com longos cabelos lisos começou a se erguer. Totalmente prateada como se fosse formada por prata liquida. Um rosto sem forma virou na sua direção, quando duas linhas abriram-se e dois olhos vermelhos, com o olhar mais assassino que ele havia conhecido, surgiram olhando para ele.

Não havia como não reconhecer aquele olhar.

- LaBelle.

Um rasgo abriu, revelando um sorriso malicioso com prateados dentes serrilhados.

 

( continua na sexta parte  - neste link )

 

 

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People in this conversation

  • Guest - Chanceller Martok (Alexandro Paulo)

    ... e aí? Continua isso meu caro! Quero saber maissss hehehehehe. Que saudades da nossa época de RPG!

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  • Guest - Findreans ( Eduardo Castelhano )

    Agora vejo o quanto tempo passou e eu só formulando as ideias... re re re... vou ver se consigo terminar antes da virada do ano. Mas tambem quero saber quando terei a honra de ler um conto de autoria do Chanceller Martok :D

    Comment last edited on about 4 years ago by Findreans ( Eduardo Castelhano )
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  • Guest - Chanceller Martok (Alexandro Paulo)

    Eu tenho o mesmo problema do nosso amigo Maykon, tenho idéias demais e disposição de escrever de menos. Tenho que decidir desenvolver algo. Eu até começei a reescrever o filme do Star Trek que eu detestei, mas parei no meio. Quem sabe eu publico e as críticas me animem a continuar. hehehehehe. Mesmo assim você está nos devendo.

    PS: Você bem que podia escrever aquelas aventuras que tivemos do Mutant Chronicals RPG. Ia ser legal relembrar.

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  • Guest - Findreans ( Eduardo Castelhano )

    É, eu preciso me lembrar mais do mutant Chronicles, mas a ideia não é ruim... Talvez escreva algo.

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