Resenha da Jedicon RJ 2015

 

Semaninha atribulada, a gente quase não para aqui, mas o chamado da Força é grande entre os jedis deste site. Sim! Estivemos na Jedicon RJ 2015 e aqui rersenho algumas impressões sobre o que achei da convenção. Sigam-me os bons! o/ 

 

Como tinha participado do crowndfunding eu tinha cortesia, então usei-a no primeiro dia, quando fui na companhia de Findreans e mr. Luis Fernandson + Aimê, sua pequena padawan, que se divertiu com as atrações infantis da convenção. Bem, não chegamos ao Planetário exatamente no início, então perdemos a abertura oficial com a Mariana Mel e o Fernando Caruso (lágrimas eternas apenas por perder a miss Mel), mas curtimos de início a egrégora do Planetário especialmente enfeitado para a Jedicon. O local estava bem cheio com algumas dezenas de fãs devidamente caracterizados com cosplays dos personagens da saga. Tinham cosplays muito bem elaborados, e tinham uns meio zoeiros como o colega que aproveitou a parte do kimono para fazer o Luke. LOL

Tinha boas programações em ambas as cúpulas e filas para fotografia com estátuas do R2D2 e outras, além de um parte destinada a games eletrônicos e jogos off line, miniaturas, cards e mais. Assistimos a pelo menos dois bate-papos na cúpula Carl Sagan, um sobre quadrinhos e Star Wars com o Cassiano Pinheiro (Mundo Gonzo/Abacaxi Voador) e convidados e outro com Brian Moura e Henrique Granado - a diretoria roots do Conselho Jedi RJ, sobre o recém-lançado almanaque Jedi, de autoria de ambos, pela editora Leya.

Na explanação sobre quadrinhos, o papo foi sobre o retorno de Jedi de Star Wars, depois de décadas para a Marvel Comics, o que é lógico que iria acontecer posto que tanto a Marvel quanto à Lucasfilms pertencem ao Mickey Mouse, e o que muda ou não com o destino do universo de Guerra nas Estrelas publicado nos quadrinhos pela Dark Horse em anos recentes, ou outras editoras. Segundo a Disney, tudo que sai nos quadrinhos da Marvel atualmente tem entrada imediata na cronologia canônica da saga, de forma que tudo que se passa nos quadrinhos também acontece \"realmente\" nos filmes, ou tem reflexo na trama dos mesmos, e vice-versa. Com isso, as outras ótimas histórias sobre Star Wars publicadas em anos anteriores passam a fazer parte da classificação Legends, que seriam histórias sobre Star Wars e seus personagens mas que não estariam vinculadas à tramas oficiais das sagas. Confuso? É como se existissem multiversos de Star Wars, cada com uma linha temporal e uma sequência histórica de acontecimentos diferentes. Confuso ainda? Deixa pra lá.....O importante é que, como salientaram o Cassiano e os demais, o leitor-fã não se sinta traído ou injuriado, nem fica macambúzio, furibundo por ter gostado de histórias que não teriam validade no universo dos filmes. Como coisa que tudo não passasse de ficção. haha!

O recado é só um: Have fun folks! Independente do material ser canônico, apócrifo ou zuera sem fim.

Na palestra sobre o Almanaque Jedi, Brian Moura e Henrique Granado contaram um pouco a trajetória do Conselho Jedi RJ, que existe desde meados de 1999, numa era pré-internética quando os amigos começaram a se conhecer e fazer contatos e ligações com outros fãs da saga de George Lucas. Contaram da expectativa quando foi anunciada uma nova trilogia depois de anos de puro merchandising pós-Retorno de Jedi, falaram das decepções e tudo mais que o fã de verdade poderia se identificar. Falaram do empenho em fazer o Almanque Jedi, como um produto genuinamente feito de fã para fã, com várias curiosidades e detalhes que só fãs poderiam cismar como saber que entre Greedo e Han Solo, o segundo atirou primeiro. Achei esse papo um dos mais bacanas que ouvi sobre Star Wars na vida, Obrigado Brian e Henrique! Eles até pontuaram o óbvio de que Star Wars em si é uma história infantil, o que de certa forma faz todo sentido, embora há uma complexidade nas tramas muito sutis que você pesca depois de rever algumas vezes e ler coisas como os livros de Joseph Campbell.

Quanto ao restante do que vimos, o Planetário tava bonito, a comida tava uma facada cortante com sabre de luz e tinham vários itens de colecionador a venda, além de vestuário, livros e jogos. No geral, tirando o calor do Planetário e uma certa desorientação nas filas a Jedicon pra mim foi dez! Bem, foi minha primeira e espero que a convenção se firme no calendário de eventos do Rio, com ou sem crowndfunding. Como não fui ao segundo dia, perdi as outras atrações como o casamento no estilo jedi, mas aqui tem uma matéria mais completa sobre tudo que rolou.

 

E foi isso! Ano que vem, estaremos de novo lá e esperamos mais próximos dos fãs tanto de Star Wars quanto de ficção científica como um todo.

 

Vida longa e próspera à Jedicon. _\\\\//  

 

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